3º Capítulo: Motoqueiro Selvagem
Alguém assistiu ao filme “Motoqueiro Selvagem” com Nicolas Cage? Pois bem, o assunto da próxima pauta vem relacionado ao filme citado e se passou num lugar chamado
Jockey Club aqui em São Paulo.
O evento da vez, tinha minha amiga Vanessa Lígia como aniversariante.Ela convidou seus coleguinhas para comemorar junto com ela ao som de pop-rock ( que eu não curto muito, mas quando se está com os que valem se torna muito interessante).
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A de vermelho que esta chumbando o estômago |
Para uma noite de sábado totalmente friorenta, em algumas horas o calor foi tanto que teve gente que até subiu no palco e roubou o microfone do cantor, pois bem, não só da família estou bem servida, os amigos também alcoolizados ou não sempre fornecem forte teor de risadas.
Até o dito cujo chegar. Com sua jaqueta de couro Julian Marcuir, ele, o cidadão sem nome, ex-paquera de uma das integrantes desta amizade (não sei como), invadiu o recinto e sem excrúpulos nenhum, começou a cortejar moça por moça na festa, um verdadeiro atirador, era bala pra tudo quanto era lado.
Mas nenhuma mulher cedeu a vossos encantos, com seu copo de alcool na mão, ele lançava por todo salão, olhos de fogo, uma verdadeira visão número 43 e o caso passou a se tornar um pouco ridículo, já que todas as mulheres passaram a fugir do menino.
Enquanto as pessoas da festa se preocupavam em rir e dançar, ele se preocupava em amar. Você via naqueles olhos uma alto-estima avantajada, excesso de se achar o tal, mesmo assim as mulheres o renegavam. Até que o apelidaram, devido á aqueles olhares matadores como flecha, de "motoqueiro selvagem".
Ele resistia a tudo, menos um fora. Só não atacou as acompanhadas, de resto, até as mais senhoras, foram vistas a olho nú, mas tinha alguma coisa errada em seu cortejo. Ele espantava, não conseguia nada.
Virou motivo de chacota perante a sociedade mulheril, não mais que o senhorzinho que decidiu se empolgar quando a banda decidiu investir no BOB MARLEY , parecia que tinha tomado um pacote inteiro de bala e ainda achava que estava no Woodstock. Pois bem, a intenção desta história, e colocar vocês homens que ainda não desistiram deste "blog" sem sal para pensar..... Vale a pena mesmo pagar de galã e ser a última bolacha do pacote num recinto que ninguém estaria ligando pra você?
Não, não vale, nem aquela notinha de R$50,00 que você achou perdida no bolso da calça e muito menos contava com ela. Vejo porque as minhas amigas solteiras sofrem e o porque não possuem mais esperança de achar um cara legal e bacana para namorar e combinar um futuro bem bonitinho com ele. Tá cheio de "motoqueiros selvagens" por aqui, inclusive aqueles que passam alma de bom moço e que no final é o lobo-mal encarnado.
Tá tudo errado. Existem as motogirls também, espero um dia não ser mãe de uma, seria decepcionante demais ter uma filha rodada por várias portas. Mas é a realidade, a explicação pra existir tantas pessoas do bem sozinhas, e tão descrentes do amor, elas estão rodeadas de "Vale-nadas", pessoas que não querem nada com nada, tanto importa você, a vizinha, Fátima Bernardes....William Bonner....o que vier é lucro, e você também.
A triste realidade de quem não leva o amor a sério.
Portanto meninas e meninos do bem, ainda solteiros, na hora de escolherem, NÃO DECEPCIONEM, façam uma bela entrevista, peçam currículo, puxe o histórico e não negue nenhum detalhe, Exigência não é solidão, é prazo de vida e coração menos decepcionado.
As vezes, aparecem alguns tipos de "mimos" como esse em nossas vidas, mas nem tudo é como parece, e um passado de aprendizado, vale demais para um futuro promissor, esse quadro não muda para o amor.
* Eu tinha escrito um texto totalmente cômico com a história, but, o blog não permitiu que eu lhe postasse, perdi tu-do e refiz meio melodramático, mas acho que valeu a pena. Conselhos da Dona Crisinha, rs.